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AMADOR E PROFISSIONAL
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quarta-feira, 19 de março de 2014

Teste: Isotônico SUUM

A importância das bebidas isotônicas durante a prática de esportes já é indiscutível. Essas bebidas repletas de sais minerais ajudam na hidratação do corpo, sendo mais eficientes que beber apenas água. Diversas marcas de bebidas desse tipo surgiram nos últimos anos, porém, não vemos nenhuma novidade, além de diferentes cores e sabores.

Para inovar, surge o SUUM, que é umas pastilha efervescente, que misturada à água, a transforma em uma bebida isotônica. Isso permite uma grande portabilidade, já que não é mais preciso carregar litros e litros de bebidas especiais ou contar com a sorte de encontrá-las em lugares remotos. Para ter essa importante bebida, basta uma pastilha de SUUM e o líquido mais fácil de se encontrar no planeta.

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CARACTERÍSTICAS
As pastilhas vêm em um pequeno tubo, do tamanho certo para 10 unidades. O tubo é resistente a água, desde que bem fechado. A dosagem ideal é uma pastilha para 500ml de água, ou seja, com um tubo é possível fazer 5 litros da bebida. Não é preciso agitar, apenas colocar a pastilhas na garrafa d´água e esperar que se dissolva em poucos minutos. SUUM possui apenas sais minerais e vitaminas, sem carboidratos e açucar. O único sabor oferecido por enquanto é lima-limão.

SUMM é um produto totalmente feito no Brasil e por uma empresa brasileira.

O produto tem as seguintes características:

- Rapidez de Absorção: Um característica importante desse tipo de bebida é a velocidade em que o organismo consegue absorvê-la durante a atividade física. A velocidade com a qual a bebida poderá passar do intestino para o sangue e re-hidratar o corpo é determinada pela concentração de sais e açucares dissolvidos. A fórmula de SUUM permite ao seu organismo absorver a bebida rapidamente.

- Conteúdo de Eletrólitos: SUUM contém 756 mg de sódio por cada litro d´agua, que está na faixa de valores recomendados pelo Colégio Americano de Medicina esportiva para este tipo de bebida. Essa quantidade é até três vezes maior que as bebidas esportivas tradicionais. Junto com outros eletrólitos do SUMM, fica garantida uma reposição adequada para o corpo, ajudando numa melhor performance de maneira segura para a saúde.

- Conteúdo de Carboidratos: Carboidratos podem diminuir a velocidade de absorção dos eletrólitos e assim a hidratação do seu corpo estará prejudicada, baixando seu rendimento. SUUM não contém carboidratos, aumentando a velocidade da absorção e permitindo uma maior flexibilidade e controle na ingestão de carboidratos necessários para a atividade física.
INFORMAÇÕES NUTRICIONAIS
- 378,0 mg de sódio
- 50,0 mg de potássio
- 65,0 mg de magnésio
- 36,0 mg de vitamina C
- 4,0 mg de vitamina B5
- 1,0 mg de vitamina B6
- 1,90 mcg de vitamina B12
- 0 g de carboidratos

IMPORTÂNCIA DOS ISOTÔNICOS NA HIDRATAÇÃO
Durante atividades físicas, o corpo perde minerais (eletrólitos) através do suor. Repondo esses eletrólitos, o organismo consegue prolongar a resistência à fadiga, mantendo a atividade física por mais tempo. O papel da bebida isotônica não é só saciar a sensação de sede, mas prolongar o tempo de exercício e melhorar a performance.

Os rins trabalham para manter as concentrações de eletrólitos constantes no sangue, mas durante um esforço físico intenso as perdas podem ser tais que para sua recuperação é preciso uma ingestão rápida e efetiva de eletrólitos para evitar o colapso do corpo. Particularmente o sódio e o potássio devem ser repostos para conseguir prolongar o esforço e os níveis dos fluídos corporais sejam equilibrados.

Se hidratar apenas com água, não repõe os eletrólitos perdidos em quantidades suficientes e não permite a mesma velocidade de absorção pelo organismo.

O TESTE
A equipe do Pedal está testando o SUUM desde o começo do ano, em treinos, viagens e diversas situações comuns. Para complementar nossa opinião, contamos com a ajuda novamente do piloto espanhol Chus Castellanos, que além de ter diversos títulos no BMX, Downhill, 4X e Motocross, é também professor de spinning. Seus títulos podem ser vistos no seu site pessoal: http://www.chuscastellanos.es.

Sem dúvida a maior vantagem e principal característica do produto é a portabilidade. Nem sempre é fácil encontrar bebidas isotônicas em todos os lugares que pedalamos e mesmo quando encontramos, nem sempre tem o sabor que queremos ou está gelada. Mesmo quando estamos com sorte, é muito menos prático levar 10 garrafas de isotônico (que normalmente são oferecidos em garrafas de meio litro), do que conseguir água em algum lugar ou levar a própria água em garrafas maiores.

Outra vantagem frente a outras bebidas é a ausência de carboidratos. Para quem segue dietas rigorosas, essa é uma vantagem, já que agora se pode separar a ingestão de carboidratos e sais minerais. Dependendo do treinamento pode ser importante tomar carboidratos em intervalos ou quantidades diferentes que os sais minerais, sendo esses últimos ingeridos apenas para ajudar a hidratação.

Em termos de paladar, todos que provaram, aprovaram. O sabor é bem parecido com as bebidas isotônicas populares e não deixa um sabor marcante e doce na boca. Mesmo sendo efervescente, depois de dissolvido, não tem sensação de bebida gaseificada.

Depoimento de Chus Castellanos: "A portabilidade do produto realmente é um diferencial, principalmente em viagens longas de mais de um dia, onde seria impossível carregar muitos litros de isotônicos. O sabor também me agradou bastante, sem ser muito doce."

A única desvantagem que encontramos no produto é a limitação em termos de sabor. Gostamos muito do sabor limão, mas para quem não gosta, não existe outra alternativa.

TESTE VOCÊ TAMBÉM - PROMOÇÃO SUUM

A SUUM está com uma promoção exclusiva para leitores do Pedal e que tenham blog de mountain biking ou ciclismo. Preencha o formulário que está em http://www.pedal.com.br/promocao_suum.asp e se o seu blog for aprovado, a SUUM vai entrar em contato com você e enviar algumas amostras grátis! Mas lembre-se: a promoção é apenas para quem tem blogs de bike!

CONCLUSÃO
Inovação é uma palavra que nunca pensamos em associar à uma bebida. Sabores, composições e embalagens mudam todos os anos, mas a SUUM foi mais longe oferecendo uma forma de ter uma bebida isotônica através de pastilhas e água. Todos os pequenos detalhes que nos fazem escolher entre uma bebida ou outra, foram muito bem trabalhados, nos dando um sabor suave e que não deixa a boca doce durante o treino. E tudo isso feito no Brasil!

Para mais informações sobre o produto entre no site oficial da marca: http://www.suum.com.br/.
COMPRE NA FACCIN BICICLETAS: lINK

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Velocidade: nem mais, nem menos

Aprenda a encontrar seu ritmo ideal nas provas de ciclismo
Confira as dicas elaboradas pelo treinador Kim Cordeiro - Foto: Shutterstock
Definir o ritmo mais adequado para uma competição não é tarefa das mais fáceis, ainda mais para quem está se aventurando pela primeira vez em uma determinada prova. Diversos fatores externos devem ser considerados, como percurso, temperatura, vento, entre outros, além daqueles que não permitem preparação prévia, como o nervosismo pré-prova ou o simples fato de não ter acordado bem no dia. Para auxiliar você nessa tarefa, consultamos o diretor técnico da BK Sports, Kim Cordeiro.

- Uma das formas mais simples para definir o ritmo em uma prova é usar métodos científicos, sendo o teste ergoespirométrico (de VO2 Máximo) o mais utilizado. Por meio dele, é possível determinar os limiares aeróbios do atleta — L1 e L2 —, que indicam a intensidade da atividade com base no consumo de oxigênio durante o exercício.
- Até o L1, o ritmo é tido como confortável. Acima desse limiar, a atividade torna-se mais intensa e é considerada muito forte quando ultrapassa o L2. Nesse último estágio, o exercício passa a ser anaeróbico — o organismo trabalha com déficit de oxigênio e acumula ácido lático, resíduo gerado pela produção de energia que é responsável pela fadiga muscular —, de modo que fica muito difícil manter esse ritmo por um longo tempo, mesmo para atletas mais bem preparados. Assim, o ideal é não ultrapassar o L2, ainda mais em provas longas, para não correr o risco de quebrar antes do final. À medida que o atleta melhora seu condicionamento, esses limiares aumentam, assim como pode aumentar o ritmo.
- Além do teste ergoespirométrico, é possível identificar a intensidade do exercício por meio da frequência cardíaca, utilizando um relógio com monitor. Para isso, é necessário saber a frequência cardíaca máxima (FCM) do atleta. Há uma fórmula básica para se chegar a esse valor, que é subtrair a idade de 220. Depois basta calcular a porcentagem com base no resultado. O ritmo até 40% da FCM é tido como leve, de 40% a 60%, moderado, e de 60% a 85%, forte. Acima de 85%, muito forte. Essa fórmula pode ser eficiente para atletas que não são muito bem condicionados — para os demais, o ideal é uma avaliação mais precisa, como o teste ergoespirométrico.
- Outra forma para chegar ao ideal é tentar encontrar durante os treinos um ritmo que seja forte e suportável para a distância da prova pretendida. Para atletas experientes, que têm maior controle sobre a cadência, esse método é mais fácil de ser aplicado. Já com os iniciantes, que costumam oscilar muito, torna-se mais complicado. O ideal é fazer simulações de velocidade e terreno com base na competição-alvo, e aproveitar os treinos para ir arriscando um ritmo mais intenso, até se encontrar o ideal. Também é importante levar em consideração as variáveis como vento e temperatura, que podem interferir significativamente no ritmo para a prova. Treinar em condições diferentes fará com que você saiba administrar melhor as intempéries, diminuindo as chances de quebrar e não completar o seu desafio.
VIA

Bikes TOP: Ridley Noah 2014 Fast Team Replica. Coisa de Louco!

Essa daqui é a bike Ridley Noah 2014 Fast Team Replica. É o modelo mais top dessa bicicleta. Uma belíssima máquina com avançadas tecnologias de construção.
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O quadro da bike é feito de uma mistura entre diferentes tipos de tramas de carbono. A 50t, 40T e 30T. Coisa que não é muito comum, uma vez que geralmente as bikes usam somente um tipo de carbono em toda a sua construção.
A bicicleta é absolutamente integrada. Tanto o freio dianteiro, quanto o traseiro, o canote de selim e cabeamento interno. Além de ter o formato aero do quadro e ela vem com BB30 press fit, como boa parte das bikes mais novas.
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Uma característica que a Ridley Noah apresenta há alguns anos é o garfo dianteiro cortado. O garfo tem uma fenda que melhora o fluxo de ar pela bicicleta. Se isso faz algum efeito relevante… Sinceramente não sei.
Esse modelo vem equipada com o Campagnolo Record EPS (eletrônico) e rodas Campagnolo Bullet.
Clique aqui para ver o vídeo da bike
 VIA

Café é tão hidratante quanto água, diz estudo

Pesquisadores da Universidade de Birmingham 
dizem que café não desidrata corpo.
Café pode hidratar tanto quanto água, diz estudo - Foto: Shutterstock
Beber algumas xícaras por dia pode ser tão hidratante quanto tomar água. Ao menos é o que aponta um estudo feito por cientistas da Universidade de Birmingham (Inglaterra) e publicado pelo site inglês
"Daily Mail".
No estudo, 50 homens saudáveis tomaram quatro copos de café ou água durante três dias, trocando a bebida ingerida nos demais três dias. Neste período, os voluntários foram proibidos de ingerirem bebidas alcoólicas ou praticar exercícios físicos.
Após isso, foram analisadas amostras de sangue e urina que mostraram que os homens mantiveram-se bem hidratados tanto quando bebiam café quanto água.
Com isso, os pesquisadores da Univerdidade de Birmingham tentam desmistificar estudos da décade de 20 que apontam que tomar café desidrata o corpo. Segundo eles, duas xícaras pela manhã não fazem mal, tampouco são mais diuréticas do que tomar água.
A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar recomenda às mulheres a ingestão de cerca de 2,8 litros de líquido por dia, e para os homens 3,5 litros. Alguns especialistas dizem que o café não pode ser incluído na conta, enquanto outros aconselham que cada xícara de café ou chá pode ser somada à quantidade necessária de ingestão de líquido.
VIA: prologo.ativo.com/

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Vídeo: Matéria bem feita pela Veja sobre como funciona o ciclismo de estrada

O ciclismo de estrada pode até parecer um esporte individual mas o segredo de um bom desempenho na categoria está em um exaustivo trabalho em equipe.

Ciclismo de estrada: Todos por um por Veja

domingo, 22 de dezembro de 2013

26 não está morto?

Traduzido no Google: 

Fonte:bikemag.com

Vídeo brilhantemente atrevido da semana passada "26 não está morto" por humoristas Sheffield Cotic / Steel City mídia me fez pensar: se as rodas de 26 polegadas não está morto, então o que as bicicletas de 26 polegadas ainda estão lá fora para comprar?
O que se segue é uma lista curta (e de nenhuma maneira abrangente) de bicicletas com rodas de 26 polegadas que ainda estão em produção, por enquanto. Acontece que a lista é pequena, mas contém algumas das bicicletas verdadeiramente brilhantes.
Yeti SB-66c
A moto super. Não, um super, super bike. O SB-66c é longa em viagens, mas eficiente e ágil o suficiente para ser montado todos os dias, em todos os lugares. Ele pode não ter montar uma gaiola garrafa decente, mas isso é tudo o que pode ser criticado por. A moto está bem proporcionado, possui geometria inteligente e tem um pedigree de corrida que é incompreensível. Jared Graves andava quase a mesma moto exata - para salvar as alterações de choque - durante todo o ano no Enduro World Series e no Campeonato Mundial de Downhill na África do Sul, ficando em segundo e terceiro lugar, respectivamente. Além disso, o Yeti é absolutamente, linda de morrer.
YetiSB66cTicker
"Nós ainda temos o SB-66 e SB-66c no line-up. Ele estará disponível para o futuro previsível. Tem sido a nossa moto mais vendida, mas comerciantes parecem ser hesitante para trazê-lo em função do material de 27,5 polegadas. É uma pena, porque todos nós amamos o SB-66 ... Nós não estamos adicionando nenhum motos de 26 polegadas à mistura. Qualquer coisa se ​​movendo para a frente será de 27,5 ou 29 "-. Chris Conroy, Cycles Yeti.
Specialized Stumpjumper FSR Evo
Este bicicletas personifica incrível capacidade da Specialized para criar bicicletas extremamente alegres e brincalhões. No 2011 Bíblia da bicicleta Testes esta moto ganhou quase unanimidade sobre os corações dos testadores. Uma verdadeira moto trail no sentido de que ele se sente em casa, quer corrida cross-country ou sendo arremessado para baixo do burl de qualquer trilha. Eu realmente desejo que eu tinha um.
Para 2014, se você quiser uma de 26 polegadas Stumpy, você terá que obter um EVO.  Os Stumpjumpers normais será oferecido em apenas 29er.  Curioso sobre 650b?  Não há nenhuma menção ao tamanho da roda da marca.
Para 2014, se você quiser uma de 26 polegadas Stumpy, você terá que obter um EVO. Os Stumpjumpers normais será oferecido em apenas 29er. Curioso sobre 650b? Não há nenhuma menção ao tamanho da roda da marca.
Specialized Enduro
Pessoalmente, eu colocaria isso na categoria "Todos os grandes nomes do tempo '. Ele pedala com muito mais eficiência do que qualquer de longo curso, all-mountain bike, provavelmente, deveria e desce melhor do que muitos downhill bikes. Claro, você tem que lidar com hardware proprietário choque estranho montagem eo preço deles é assustador, mas eu não conheço ninguém que lamenta comprar um. Nos próximos anos as pessoas vão olhar para trás, a moto e me pergunto por que não ter um em sua garagem.
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[Nota: Specialized não retornou meus e-mails sobre o ciclo de vida do Enduro ou Stumpjumper Evo, acho que pode ser um pouco preocupado no momento.]
Mal Uprising
Nós testamos este, o mais tardar Bíblia de testes da bicicleta em Sedona e estávamos todos muito surpreso com o desempenho da Revolta. Essa questão da Bíblia chega às bancas no ano novo, então você vai ter que esperar para a revisão grupo completo.
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"Eu não vou me livrar de 26 polegadas amigo! As pessoas podem comprar nossos outros tamanhos, mas, bem, essa é a sua escolha "-. Kevin Walsh, Bikes mal.
Ibis Mojo HDR
Outro favorito testador de 2010 Bíblia de testes da bicicleta . Claro, você pode estar pensando que esta moto tem sido em torno de tanto tempo que ele pode ser um pouco longo no dente, mas é ainda bater-up-to-date com qualquer outro concorrente, simplesmente porque Ibis tem este direito pela primeira vez . Fico feliz em ver este ainda está lá fora, chutando a merda fora de qualquer coisa que ele precisa.
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"O 2014 SL-R ea HDR com rodas de 26 polegadas e as viagens de 160 milímetros estão vivos e bem. Há um monte de pessoas ainda amam as rodas de 26 polegadas. Enquanto as nossas ofertas de 650 e de 29 polegadas nossa superando 26 um monte de pessoas estão muito felizes que ainda temos 26 ofertas. E deixe-nos saber "-. Scot Nicol, Ibis Bikes.
Ibis Mojo SL-R
Como seu irmão maior (ou irmã, eu não posso dizer porque é tão maravilhosamente e muito bem andrógino) este era outro favorito no 2011 Bíblia e em testes posteriores de longo prazo. Rápido, capaz, bem proporcionado, e com a magia DW-Link que torna subir como um rato de um tubo de drenagem.
Ibis.Mojo-SLR
Desfoque TR (carbono e em ligas)
Santa Cruz foi inteligente para construir algumas boas motos 650B bastante no início do jogo. No entanto, ainda são os modelos TR impressionantes calças de cair - curta viagem, realmente muito bem definidos motos que fazem ir a milha extra e não apenas uma opção, mas uma necessidade. Os trabalhos de pintura, que nos modelos de primeira geração (veja imagem abaixo. Modelos mais novos parecem muito diferentes) foram acertar ou errar para muitas pessoas, estão rapidamente sendo reconhecido como clássicos. Esta é uma bicicleta de pessoas vão se lembrar e, sem dúvida, muito boas memórias do.
O presente trabalho de pintura acima e, talvez, uma das bicicletas de montanha trabalhos de pintura clássicos abaixo.
"Os modelos OE 2014 de 26 polegadas que nos restam são o V10, Nomad C, Nomad A, Chameleon, TRC e TRA.Louco como poucos o que é e como muita coisa mudou nos últimos dois anos. O que teremos no futuro próximo é uma questão mais difícil de responder. Se a demanda está lá, nós vamos continuar a fazer-los, mas a demanda de 26 polegadas tem definitivamente diminuiu "-. Scott Turner, Santa Cruz Bikes.
Outros notáveis ​​menciona.
Cannondale Jekyll
Esta moto ganhou o inaugural Enduro World Series em 2013. Claro, Jerome Clementz poderia ter provavelmente Riverdanced seu caminho para o topo de qualquer pódio, mesmo que ele estava montando um Pomeranian sifilítica, mas a verdade é que isso pode ser uma daquelas motos que foi severamente negligenciado pelas compras públicas. Joe Parkin testou o Jekyll para bicicleta em 2011 e 2012 e tinha que dizer isto : "A moto está ridiculamente luz ao ser montado, e pedalar eficiência é realmente impressionante. Ironicamente, a única fraqueza da moto pode ser que os pedais do modo de longa viagem de forma tão eficiente que você pode simplesmente esquecer a alavanca de viagem-ajuste montado no guiador, optando apenas para desfrutar os 150 milímetros de curso linear. "The Jekyll ainda está por aí este ano, mas é altamente provável Cannondale tem algo na manga.Mas por que mudar uma fórmula vencedora? Bem, independentemente de pódios e louvor, o público comprador recebe o que o público comprador quer.
Rocky Mountain Assassino
Parece que tem sido em torno de anos, e que há de errado com isso? Se funcionar, ele funciona. Há sempre um assassino ou dois em cada trilha no noroeste do Pacífico, porque é um robusto, bicicleta muito simples, grande hit.
"Assassino permanece como 26 polegadas para 2014. Estamos sempre a trabalhar em diferentes modelos e protótipos, quem sabe o que 2015 tem "-. Brandon Crichton, Bicicletas de montanha rochosa.
Transition Covert (Carbon e alumínio)
A marca noroeste do Pacífico tem sido relativamente calma ao longo dos últimos anos, mas o Covert ainda está lá fora fazendo isso é coisa, e fazê-lo bem. Agora vem em uma opção sexy de carbono também.
Se você estiver olhando para comprar uma bicicleta nova e quer manter em rodas de 26 polegadas, em seguida, a lista de opções é muito pequena, e, provavelmente, ficando menor a cada dia. No entanto, as motos que eu listei são extremamente boas motos. Na verdade, eu iria tão longe a ponto de dizer que eles outride um monte de motos 650B novíssimo e alguns deles provavelmente ofuscar o melhor do melhor do novo grupo. Se você quiser ficar com o tamanho tradicional roda, em seguida, os que permanecem são absolutamente grandes bicicletas, independentemente. 
Deve haver mais motos que poderiam caber nesta lista, mas estou perplexo. Sabe de mais alguma? Deixe suas sugestões nos comentários abaixo.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Vídeo Principais lançamentos da SRAM e Mavic para 2014 no Brasil

Vídeo oficial da SRAM sobre os principais produtos que a empresa levou para a Brasil Cycle Fair 2013 e vai lançar no Brasil em 2014.
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Treinador dá dicas de como aproveitar as festas sem prejudicar os treinos

O final de ano está cada vez mais próximo e com ele chega a dúvida que tanto atormenta atletas amadores e profissionais. Como aproveitar as festas de Natal e Ano Novo sem prejudicar o treinamento? Segundo o professor e mestre em Fisiologia do Exercício Cadu Polazzo, a solução pode ser mais fácil do que parece: manter a disciplina na alimentação, seguir a rotina de atividades físicas e evitar exageros na alimentação.
Foto: Álvaro Perazzoli
Foto: Álvaro Perazzoli
“Com a chegada das férias tem que diminuir um pouco a ingestão calórica para não engordar demais. Um dia ou outro na ceia não tem problema, quando voltar a treinar queimará essa energia que foi armazenada”, conta ele.
Integrante da comissão técnica da Seleção Brasileira de Mountain Bike e treinador de competidores da Elite brasileira do MTB, Cadu indica a maneira adequada de evitar a perda de desempenho nessa época do ano.
“Nas primeiras sessões após o descanso é bom iniciar com treinos que duram de 20 a 40 minutos e depois pode elevar para 40 minutos a uma hora, com intensidade moderada. É normal e esperado perder massa magra e ganhar um pouco de gordura no período transitório. Quando diminuímos a quantidade de exercício, nosso corpo muda a composição. Mais gordura e menos músculos”, afirma.
De acordo com Cadu, manter a rotina de treinos e evitar exageros são pontos fundamentais nessa época do ano. Ficar parado e não monitorar a alimentação pode fazer com que o atleta perca rendimento e demore ainda mais para recuperar o auge de sua forma física.
“Um dia de exageros é fácil de reverter e em uma semana o atleta já recupera o peso normal. O que não pode é passar o Natal e o Ano Novo exagerando todos os dias. É possível optar pela parada total, mas não deve passar de 5 a 7 dias. Quanto maior a parada, maior a perda de adaptações e o tempo para voltar à forma. Se o transitório for de 30 dias, quando voltar a treinar precisará de 16 a 20 semanas para atingir o pico novamente”, explica.
Para Cadu, os atletas devem participar das confraternizações de fim de ano. É quando todos descansam das provas e dos treinos da temporada para aproveitar e curtir com os amigos e a família. Seja amador ou profissional, é a oportunidade de tirar o foco da competição e aproveitar um momento particular, sem preocupações.
“Esse período é muito importante para recarregar as energias, ver os familiares e festejar o ano que passou. Acho que todos devem participar, desde que seja com moderação. Quem gosta de festejar com bebidas alcoólicas deve ter cuidado, estar com o estômago cheio e beber bastante água para se manter hidratado”, finaliza Cadu Polazzo. 
Cadu Polazzo é preparador físico e Mestre em Fisiologia do Exercício e Treinamento Esportivo. Atualmente, faz parte da comissão técnica da Seleção Brasileira de Mountain Bike e é o treinador de diversos atletas da Elite brasileira do MTB, como o atleta olímpico Rubens Donizete, Isabella Lacerda, Raiza Goulão e Roberta Stopa.  

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Mochila para ciclistas que indica a direção para onde o ciclista vai virar

A mochila que se chama Seil Bag emite sinais luminosos na parte de trás da bolsa, indicando para o motorista para onde ele está virando. Tudo isso controlado por um controle wireless.
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No total são 5 sinais emitidos pela mochila, que também tem uma versão pochete e começou a ser desenvolvida em 2010. Infelizmente a mochila foi colocada no kickstarter para conseguir verbas para a sua produção e eles não conseguiram os 80 mil dólares que precisavam para produzir a mochila em grande escala.
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Mas como a ideia é boa, imagino que a empresa vá conseguir outras formas de conseguir o dinheiro.
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Vejam o vídeo
Fonte:praquempedala.com.br

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Muito mais do que comida

Conheça alimentos que, além de matar a fome, ajuda no funcionamento do organismo
Probióticos e Prebióticos: para ajudar o intestino a funcionar melhor - Foto: Shutterstock
É provável que você já tenha esbarrado nas palavras prebióticos e probióticos nos últimos tempos. Muito parecidos, esses termos são usados para se referir a componentes presentes em alguns alimentos que ajudam nosso intestino a trabalhar. Os prebióticos, um tipo de fibra não digerível, estão contidos em ingredientes como cebola, alho, tomate, aspargo, alcachofra, aveia, centeio, trigo, mel, batata yacon, banana e soja. Já os probióticos são micro-organismos, como bactérias e leveduras, encontrados em alguns tipos de iogurtes, leite fermentado ou queijos. Eles também podem ser consumidos de forma sintética, em cápsulas ou sachês.
Como atuam probióticos e prebióticos?
Nosso intestino é um órgão complexo, que abriga mais de 500 espécies de micro-organismos vivos. E suas paredes servem de entrada para os nutrientes no organismo. O que os probióticos fazem é colonizar e proteger a parede intestinal, impedindo que organismos nocivos também a ultrapassem. “Quando o órgão está em equilíbrio, essas bactérias ‘boas’ evitam que outras, patogênicas, se multipliquem e prejudiquem a saúde”, explica a nutricionista Raquel Valezi Marinho, da Equilibrium Consultoria Nutricional.
Consumidos em quantidades adequadas, probióticos ajudam no equilíbrio da flora intestinal, potencializando a absorção e a fixação de vitaminas, principalmente as do complexo B, e de minerais, como cálcio e ferro, além de auxiliarem na manutenção do sistema imunológico.
Já os prebióticos (fibras) facilitam o trabalho das bactérias do bem. “Os prebióticos estimulam o crescimento de certas bactérias presentes no cólon do intestino. Eles funcionam como uma espécie de ‘adubo’, que prepara o órgão para a colonização pelas bactérias benéficas, os probióticos”, diz Raquel.
Como incluí-los na dieta?
O ideal é consumir probióticos e prebióticos todos os dias, pois ambos regularizam o funcionamento do intestino e aumentam a imunidade. Mas, cuidado: em excesso, tendem a desarranjar, principalmente os prebióticos (fibras). “A quantidade diária de prebióticos não deve ultrapassar 30 gramas. As fibras podem gerar desconforto intestinal, e, em atletas, diminuir a performance”, diz a nutricionista. Meia cebola ou três colheres de sopa de aveia, por exemplo, já contêm essas 30 gramas. O ideal é consumir esses alimentos nas refeições grandes, como café, almoço e jantar, e nunca antes ou logo após um treino, quando o atleta necessita de carboidratos de rápida absorção.
Para os probióticos, encontrados em alimentos lácteos industrializados que trazem no rótulo a informação sobre a presença de micro-organismos, como o Yakult ou o Actimel, por exemplo, o ideal é consumir um pote (entre 80 e 110 gramas) por dia – e sempre no mesmo horário. Para tomá-los por meio de cápsulas é preciso orientação médica.
Matéria publicada na Revista VO2 Bike, na edição #96, setembro de 2013.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Motoristas de ônibus vão de bike para o trabalho e dão um exemplo fantástico de comportamento

Vídeo que mostra motoristas de ônibus que vão para o trabalho pedalando e mostram uma consciência incrível sobre como deve ocorrer a relação entre os veículos.
Isso reforça a minha teoria de que todo mundo antes de tirar carteira deveria passar uma semana pedalando nas ruas, para ter uma noção do que é ser ciclistas e da fragilidade que a bicicleta tem. Principalmente os motoristas profissionais.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O que há nas bikes 29′ers?


Se você esteve em contato com as tendências do mercado, você já deve ter notado as bikes 29″ que saíram há alguns anos. As revistas estão escrevendo sobre elas cada vez mais, os fabricantes estão fazendo cada dia mais, e mesmo que ainda sejam minoria nas trilhas, as pessoas continuam comprando. Então, o que está acontecendo? Elas vieram para ficar?
A resposta vai depender de você e do tipo de pedalada que quer fazer.
Há certamente alguns benefícios para as rodas 29″ em relação ao padrão 26″, como menos fricção na rodagem, pedalada mais confortável, mais facilidade para superar obstáculos, e até mesmo melhor tração. Estes são alguns benefícios significativos que os designers de bicicletas estão sempre tentando alcançar.
Diferença entre rodas 26″ e 29″
Por outro lado, olhando para outras tendências da indústria, as rodas 29″ estão indo na direção oposta. Elas têm mais peso nas rodas, e consequentemente não são bicicletas mais leves, elas têm um centro de gravidade levemente maior, e desenvolver uma bicicleta de 29 polegadas com mais curso que XC pode trazer alguns problemas sérios.
Além disso, para aqueles que não são exatamente altos, as bikes 29″ podem requerer alguns sacrifícios como um stack (altura da caixa de direção em relação a caixa de centro) um pouco maior. Devido a isso, um quadro 26″ e um 29″ da mesma marca podem ser de tamanhos diferentes para a mesma pessoa. Marcelo Rocha explica essa diferença em um de seus artigos.
Stack e Reach
Um fato interessante que os defensores da tendência de 29 polegadas gostam de apontar é que o padrão de rodas 26″ começou de maneira meio que arbitrária. Isso é verdade. As rodas 26″ e pneus usados no início foram escolhidos simplesmente porque as bicicletas cruiser usavam, e parecia um tamanho conveniente para adultos naquela época. No entanto, usar isso como argumento a favor das rodas 29″ minimiza o fato de que aquelas rodas 26″ da época já eram daquele tamanho por boas razões.
Alguns argumentam que por causa das rodas maiores, não é necessário exigir muito da suspensão, mas isso só se aplica a determinadas circunstâncias, e apenas para um determinado nível.
Eu não penso que o debate sobre o tamanho da roda acabará tão cedo. Não há nenhuma razão para não haver espaço para ambas as bicicletas com rodas 26″ e 29″  no futuro.
O verdadeiro truque aqui é encontrar a bike ideal para você. Se ela tem rodas 29″, ótimo.
As bikes 29′ers estão melhorando a cada temporada, e é divertido ver as novas tendências.

Manutenção de bicicleta MTB: pontos a verificar


Uma das coisas que podem arruinar um passeio de bicicleta é um problema mecânico durante o trajeto. Devemos considerar de suma importância antes de cada passeio a revisão de algumas peças de nossa bicicleta, uma verificação rápida e regular de uma série de pontos nos evitará mais de uma quebra durante o trajeto. Em uma bicicleta de mountain bike, com a qual percorremos todo tipo de caminho e trilhas, nem todos os problemas podem ser evitados com uma manutenção preventiva rotineira, mas quase a maioria. Vamos falar das coisas que consideramos importantes e que poderemos realizar com a ferramenta multifunção que carregamos em nossa bolsa.
Chave multifunção
Chave multifunção
Manutenção de mountain bike:
Para que nossa mountain bike esteja boa a qualquer momento é recomendável revisá-la, assim como o resto dos acessórios e o equipamento completo, uma vez por semana ou no máximo duas. Esta simples operação eliminará possíveis quebras no trajeto. Para a maioria dos pontos que analisaremos será suficiente dispor de uma simples ferramenta multifunção das que carregamos na bolsa do selim ou na mochila cada vez que saímos. Portanto, não será necessário investir em ferramentas especiais, apesar de que não seria ruim dispor de algumas ferramentas adicionais.
Quando realizamos, antes de cada saída, a inspeção de manutenção preventiva rotineira de nossa bicicleta mtb devemos começar sempre pelo mesmo ponto, assim essa revisão preventiva será sistemática e nos permitirá não deixar nenhum ponto sem revisar cada vez que a realizemos. Para isso aconselho começar por um extremo da bicicleta (geralmente a parte dianteira) e terminar no outro extremo. Em geral não são necessários mais que poucos minutos para uma verificação correta de todos os pontos considerados de máxima importância para o funcionamento de nossa bike. Segue uma lista detalhada de pontos para serem revisados de maneira rotineira antes de cada saída.

Ponto 1

Manutenção Ponto 1
Verificar os parafusos que seguram o guidão. Se forem 4 aperte-os alternadamente entrecruzando-os, certifique-se de que o aperto da abraçadeira ao suporte do guidão é uniforme. Se o guidão é de carbono, fique atento à pressão.

Ponto 2

Manutenção Ponto 2
Verifique a pressão dos parafusos da abraçadeira vertical do suporte de guidão ao tubo da direção. Também devemos nos certificar de que a direção esteja reta, mesmo que esteja bem apertada. Para isso uma simples inspeção visual é suficiente.

Ponto 3

Manutenção Ponto 3
Verifique as maçanetas de freio, assim como as alavancas de câmbio. Certifique-se de que estejam bem presas ao guidão e não girem. Certifique-se de que as alavancas de câmbio não estejam com sujeira acumulada e estejam funcionando corretamente, isto evitará surpresas.

Capacetes: Saiba como escolher e ajustar um.


Capacete
Escolhendo seu capacete
Se você vai comprar um capacete, aqui estão algumas considerações na hora de usar um. As linhas a seguir são uma mistura dos artigos da OCU, Wikipedia e da NHTSA que você pode encontrar em seus respectivos sites.

Como os capacetes são feitos?

Basicamente os capacetes são feitos em duas partes: Uma película protetora de plástico ou carcaça e uma capa (a que envolve a cabeça) de poliestireno expandido.
A película exterior protege o poliestireno do desgaste natural (pelo sol, chuva, granizo e a umidade) e o mantém unido e compacto já que esse material tende a formar pequenas rachaduras.
O poliestireno é o material mais importante do capacete porque é encarregado de absorver o impacto, achatando-se primeiro e rompendo-se depois. A Wikipedia nos conta que os capacetes estão otimizados para ser plenamente efetivos em quedas em uma velocidade de 20 quilômetros por hora que não haja outros veículos.
Se a velocidade é de 50 quilômetros por hora, por exemplo, o capacete fará que o impacto seja o equivalente ao de um tombo a 45 quilômetros por hora, também evitará cortes e hematomas no couro cabeludo (nada insignificante) e distribuirá a força do impacto por uma área maior do crânio. É como dizer que seria a diferença entre receber um golpe com um martelo ou com uma panela.

Há vários tipos de capacetes:

De carcaça dura ou de carcaça suave (também existe sem carcaça mas quase não se fabricam mais). Contra as pancadas são mais eficazes os de carcaça dura mas transpiram muito mais, e seu uso é praticamente inviável quando se está fazendo exercício físico intenso e a temperatura exterior não é abaixo de zero. Os capacetes de carcaça dura são habituais entre os que praticam manobras e outras variedades loucas do ciclismo de montanha.

Podem ser fabricados com a tecnologia in-mold ou não. O primeiro quer dizer que o poliestireno se fabrica diretamente sobre a carcaça exterior como se essa fosse um molde. Assim ambas as peças se encaixam perfeitamente ficando solidamente unidas. A outra forma de fazer os capacetes implica que as peças são fabricadas separadamente e se juntam depois, o que faz do capacete um pouco menos robusto. Atualmente a maioria dos capacetes são fabricados com a tecnologia in-mold.

Qualidade e Preço


Como melhorar nas subidas

Chegar no alto antes e mais facilmente. Esse é o objetivo de qualquer ciclista quando começa a subir. Como podemos conseguir ser melhores nas subidas?

Como subir melhor
Qualquer um pode entender por que uma descida adrenalínica pode deixar uma marca inesquecível em suas lembranças. Além disso, só os que habitualmente lutam contra a gravidade compartilham a plena e irracional sensação que proporciona ter vencido esse auge de sentimentos contraditórios que surgem em seu interior quando você pedala superando uma ladeira. Corpo e mente o convidam à rendição, mas sob nenhum conceito você cessa em seu empenho de chegar ao topo e, claro, quanto mais rápido melhor. Vejamos o que precisamos atender para conseguir mais “power” nas subidas.
QUESTÃO DE PESO
Não se autocondene a ser eternamente um refém das subidas só porque você não é o que se pode chamar de “pluma”. Por experiência pessoal posso dizer que pesando 80 quilos é possível, se aumentamos nossa potência de pedalada, subir a um ritmo tão competitivo quanto o melhor ciclista. Muita gente se esforça para ser um biker leve para poder subir melhor. Muitos conseguem baixar bastante seu peso, mas é habitual que fiquem sem “explosão” sobre a bicicleta. As sensações a ritmo não são ruins já que se você é muito leve consome menos energia, mas você sacrifica muitos recursos físicos necessários para enfrentar os desníveis explosivos próprios do mountain biking.
Por fim você chega à conclusão de que a potência é algo essencial para um biker. Sejamos honestos, quase ninguém pesa 60 quilos. E realmente fica complicado, e muito mais sacrificado, manter um peso que seja ideal para obter melhora na subida, este esforço deixaremos para os profissionais. Dito isto e entendendo que falamos de gente “comum” em um peso razoável, vamos focar em melhorar nossa relação peso-potência, mantendo nosso peso (que seguindo uma rotina de exercícios deveria ir baixando pouco a pouco) e aumentando nossas prestações de potência muscular e capacidade cardiovascular para melhorar nosso rendimento na subida.
REMATE FINAL
Morros grandes com sprint no final
Este é um dos treinamentos mais recomendados por muitos preparadores físicos pela boa relação entre trabalho muscular e qualidade cardiovascular, apesar de requerer uma boa recuperação posterior. É adequado sobretudo para conseguir forma física e trabalhar os músculos diretamente implicados na pedalada. Em poucas semanas você notará mais força em subidas de morros médio-baixos e uma maior capacidade de recuperação.
O método:

Pneus: Quantas libras preciso colocar?



Uma dúvida frequente entre os ciclistas que estão começando, é sobre a pressão dos pneus. A calibragem do pneu depende de muitos fatores, como modalidade, tipo de terreno, tipo do pneu e peso do ciclista. Quando são usados pouco inflados, a área de atrito aumenta, amortece melhor os impactos, mas também pode furar com mais facilidade. Em contrapartida, quando são usados mais inflados, os pneus se tornam mais resistentes a furos, atrito menor com o solo, porém fica mais escorregadio.
Nas mountain bikes é comum usarmos entre 35 e 65 PSI, mas existem exceções como no caso de usar um pneu slick (pneus lisos usados para pedalar em terrenos menos irregulares, como o asfalto) que podem chegar a pouco mais de 80 PSI em uma MTB.
Nas Road bikes (speeds), a maioria usam pneus entre 20mm e 28mm de largura, nesse caso é aconselhável que se use uma calibragem maior, o pneu possui uma camada bem fina e com a calibragem baixa se torna muito mais vulnerável a furos. Usa-se entre 85 e 120 PSI, salvo quando for pneus tubulares que chegam a suportar 200 PSI.
Nos últimos anos o uso das bicicletas urbanas, dobráveis ou não, tem aumentado significativamente. No geral, as bicicletas dobrábeis utilizam rodas 20″ ou 16″, diferente das 26″ tradicionais.
A maior parte das bicicletas são concebidas para rodar na cidade – embora também haja muitas das específicas para montanhas, mas estas levam uma relação diferente de pressão – assim sofrerão menos irregularidades do terreno; também, na cidade é mais fácil que você passe por vidros e outros elementos que podem perfurar o pneu da bicicleta, o que é mais difícil quanto maior for a pressão.
Ao utilizar rodas menores o avanço pode ser mais complicado. Para minimizar esse efeito, os fabricantes ajustam a relação de câmbios ao tamanho das rodas, para que não se note muita diferença ao pedalar sobre uma bicicleta dobrável. Mas os fabricantes também recomendam colocar uma pressão alta nos pneus, já que uma roda com pressão baixa alteraria a força da fricção para maior e seria mais difícil pedalar. Em bicicletas de cidade a pressão deve estar entre 45 e 120 PSI ( dependendo da indicação do pneu ) – diferente dos 35 a 65 PSI (2.5 a 4.5 bares) de uma bicicleta MTB tradicional.

3ª Volta Feminina do Brasil de Ciclismo confirmada para Janeiro de 2014


O ciclismo nacional começará forte a temporada 2014. O melhor do esporte no feminino e nas categorias de base estarão reunidos na cidade de São Carlos, no interior paulista, para a 3ª Volta Ciclística Feminina do Brasil e para a 8ª Volta Ciclística do Futuro. A competição, entre os dias 9 e 12 de janeiro, serão, como em 2013, no Parque Eco-Esportivo do Damha. As duas competições contarão pontos para o ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC).

As inscrições são gratuitas e estão abertas a equipes nacionais e estrangeiras, clubes regionais e ciclistas avulsos. As equipes deverão ter no mínimo três e no máximo seis atletas. Os interessados deverão enviar suas inscrições, com nomes e demais dados dos componentes, até o dia 8 de janeiro, através do site http://www.fpciclismo.org.br.

Destinada a revelar novos valores para o esportes, a Volta do Futuro vem conseguindo atingir sua meta, ampliando a base do esporte e garantindo a renovação da modalidade. As principais equipes do país enviam seus jovens competidores, garantindo o elevado nível técnico em todas as disputas

Já a Volta Ciclística Feminina do Brasil busca valorizar o ciclismo feminino com uma competição própria e com infraestrutura das grandes eventos nacionais. A categoria largará junto com o grupo da Junior Masculino, reunindo as principais ciclistas do país. Serão premiadas da campeã individual, a equipe campeã, a campeã de Meta Volante e a Campeã de Montanha. As meninas farão os mesmos percursos do Junior Masculino, mas com largada separadas.

A programação do evento começa no dia 9, com o Congresso Técnico, a partir das 18h, no Hotel Perea. Na sexta-feira, dia 10, será a vez da primeira etapa, a partir das 8h, com Contrarrelogio Individual, de 5,5 km, no Damha. De tarde será a vez da segunda etapa, a partir das 13h, em um circuito de 5,5 km. Serão três voltas para Infanto, seis para Juvenil masculino, e cinco para o Junior e Juvenil feminino, e 10 voltas para Junior masculino e Elite Feminino.

No sábado, 11, esta programada a terceira etapa, com uma prova de estrada entre Água Vermelha/Santa Eudóxia/Água Vermelha (41,2 km), a partir das 8h, sendo que a Elite e a Junior Masculino cumprirão 82,4 km (duas voltas). No domingo, dia 12, uma nova prova de circuito fechará as duas competições. Será no Damha, em circuito, com percurso de 8,5 km. Estão previstas de três a quatro voltas para o Infanto-Juvenil, de quatro a seis para Juvenil, e dez para Elite Feminino e Junior Masculino, esta totalizando 72 km.

A 8ª Volta Ciclística do Futuro e 3ª Volta Ciclística Feminina do Brasil têm promoção da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, Federação Paulista de Ciclismo e Prefeitura Municipal de São Carlos, com apoio do Parque Eco-Esportivo do Damha.

Mais informações no site htt://www.fpciclismo.org.br

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Ganhe velocidade no pedal – e rápido

Treino intervalado pode ser aplicado no ciclismo com resultados promissores
Foto: Shutterstock
Emil Zátopek, a ‘Locomotiva Humana’, causou furor ao vencer os 5.000 metros, 10.000 metros e a maratona em uma mesma edição dos Jogos Olímpicos, em 1952 — feito inédito até os dias de hoje. A velocidade com que o tcheco corria era assustadora para a época e todos queriam saber o seu segredo para ser tão veloz em distâncias longas. Logo descobriram que Zátopek treinava intercalando alta e baixa velocidade.

Bike Fit – O que é?

     Nesse post, pensei em escrever sobre um tipo de customização que faz com que você  melhore a performance e elimine dores sem fazer um investimento alto. Falo de uma customização que pode ser muito mais vantajosa do que trocar seu quadro por um de fibra de carbono 350g mais leve ou passar o cambiamento de 18 para 20 marchas. Estou me referindo ao bike fit.
O bike fit, sintetizadamente, é o processo de determinar e firmar a posição ideal do ciclista em cima da bicicleta. Tratando-se de ciclismo para competição podemos também defini-lo como um ajuste preventivo com melhora do rendimento, aerodinâmica, aumento de potência aplicada nos pedais e redução do desgaste físico.