TUDO SOBRE CICLISMO

AMADOR E PROFISSIONAL

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O tamanho correto do quadro

Aprenda a escolher certo o 
tamanho correto da sua bicicleta.
Fotos de divulgação
O perfeito ajuste do ciclista à bicicleta é fundamental para o bom desempenho do conjunto homem-bicicleta. Ambos devem estar perfeitamente adaptados para uma pedalada saudável e prazerosa. A principal medida a ser escolhida é a do tamanho do quadro.
Bicicleta é igual sapato, tem que comprar o quadro com o número certo. Assim como é desaconselhável correr uma maratona com um tênis dois números menores ou maiores, da mesma forma o ciclista deve escolher o tamanho do quadro de sua bike com perfeição.

"A altura do cavalo é a distância das solas  dos pés até a região que 
vai apoiada no selim."
O que determina o tamanho do quadro ideal para um ciclista é a altura de seu cavalo (veja foto). A estatura de um ciclista não é o determinante na escolha do quadro, visto que o comprimento das pernas varia de um ciclista para outro.
E como sabemos o tamanho de um quadro? Alguns quadro trazem  seu tamanho marcado em um adesivo fixado no tubo vertical, mas caso não haja marcação, é fácil descobrir: nas speed basta medir com uma fita métrica o tamanho do tubo vertical desde o centro do eixo do movimento central até o centro da intersecção do tubo vertical com o horizontal. É o que se chama de medida C/C (centro ao centro).
Nas mountain bikes, o procedimento é o mesmo com a diferença que medimos desde o centro do eixo do movimento central até o topo externo do tubo horizontal.
BIKES DE ESTRADA
Existem várias fórmulas e métodos para se determinar o tamanho do quadro de uma bike de estrada. Entretanto, a mais aceita na atualidade é a fórmula desenvolvida pelo engenheiro suíço Wilfried Hüggi, que consiste no tamanho do cavalo x 0,65 cm.
Quando mede seu cavalo?
Para encontrar essa medida, fique descalço, com as pernas ligeiramente afastadas, e vista sua bermuda de ciclista. Encoste-se em uma parede, faça uma marca com um lápis da altura do seu cavalo na parede e meça a altura com uma fita métrica.
O valor encontrado será o tamanho aproximado do quadro ideal para o ciclista. Ex.: Um ciclista que tem o cavalo na altura de 83 cm, deverá se adaptar melhor ao quadro de tamanho 54, já que 83 X 0,65 = ~54.
No Brasil é raro encontrar quadros com numeração ímpar e o jeito é adquirir um tamanho de quadro aproximado. Arredonde esse valor para menor para uma bike mais ágil e esperta, arredonde-o para maior e você terá uma bike mais confortável e estável, boa para os cicloturistas.
Tente primeiro um quadro menor, se após fixar a altura do selim, o canote ficar muito exposto, é melhor então adquirir o quadro imediatamente maior.
                      
                                A ilustração acima é apenas um guia básico.
                          O correto é fazer as medições e os cálculos descritos na matéria
DICAS
Se estiver em dúvida quanto ao tamanho, rode na bike de algum amigo que tenha o quadro do tamanho que você pretende adquirir. Quadros menores são mais ágeis e leves. Quadros maiores são mais estáveis e confortáveis em pavimentos imperfeitos.
Normalmente cita-se primeiro a medida do tubo vertical e depois a do tubo horizontal, exemplo, 54 x 55 cm. Quando vemos apenas uma medida descrita, entende-se como sendo os dois tubos do mesmo tamanho (nesse caso, chamado de quadro quadrado).
Para medir o tamanho de um quadro sloping – aqueles com o tubo horizontal inclinado para trás, como por exemplo nas Giant TCR – despreze a sua inclinação. Tire a medida com a fita métrica paralela ao chão.
A altura é o mais importante no quadro. O comprimento pode ser ajustado trocando-se a mesa. O mercado oferece opções de mesa que vão dos 7 aos 14 cm, com incrementos de 0,5 em 0,5 cm.
Atenção: alguns canotes de selim têm marcações que indicam o limite de regulagem. Não ultrapasse os limites! Se na sua bike esses limites ficarem expostos é sinal evidente que a bike está pequena para você.
MOUNTAIN BIKES
Nas mountain bikes, o tamanho do quadro é expresso geralmente em polegadas (já que a modalidade nasceu nos Estados Unidos) e além disso, os quadros de mountain bikes devem ser menores que os de speed para terem mais agilidade nas trilhas.
O que fazer então? Existe uma regrinha norte-americana que ensina o seguinte: Encontro a altura do seu cavalo, transforme em polegadas e então subtraia 14. Pronto! O resultado é o tamanho do quadro para mountain bike.
Exemplo: 83cm : 2,54 = 32,67 polegadas. Subtraindo 14 de 32,67 temos o valor 18,67 polegadas. O quadro a ser escolhido, seria então um de 18.5.
NOVA NUMERAÇÃO
Atualmente, muitas marcas utilizam a numeração S, M, L, XL (como em roupas) em vez da numeração em polegadas ou centímetros. A primeira speed a adotar este sistema foi a taiwanesa Giant, depois outras adotaram o método, entre elas as mountain bikes da Scott.
A tendência é que cada vez mais os quadros se tornem menores e o canote de selim e a mesa se torne mais comprida, diminuindo assim o tamanho do quadro e conseqüentemente o peso do conjunto.
No Brasil, a maioria das bicicletas são produzidas no tamanho intermediário (17 ou 18) para satisfazer à maioria da estatura de nossa população. Certifique-se do tamanho que você necessita para não comprar um quadro que não é adequado a você. Previna-se também contra maus vendedores que se preocupam em empurrar peças que ele tem em estoque. Pesquise em pelo menos três lugares diferentes antes de fechar negócio. Se em sua cidade você só tem uma loja de bicicletas, viaje para uma cidade pouco maior e continue a pesquisa.
Lembre-se: o quadro é o componente principal de uma bike e na maioria das vezes, o mais caro também. Escolha bem para não ter que trocar depois!
Última dica: Se você procura uma boa bicicleta, que se adapte bem ao seu corpo, evite comprá-la em supermercados. Bicicletas devem se adquiridas em lojas especializada, que tenham um pessoal treinado para atender bem e esclarecer as dúvidas dos clientes.
Fonte: bikemagazine.com.br

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Mulher também sabe fazer Back Flip de MTB

A pilota de Dirt Jump, Gemma Corbera, realizou um back flip de mountain bike perfeito no Bike Park de La Poma, em Barcelona. A espanhola é uma das grandes promessas do ciclismo extremo no país. Confira o vídeo.


Fonte: pedal.com.br

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Freeride com Bernado Cruz e Stevie Smith pelos cenários do Brasil

Veja vídeo com os bikers em passeio por trilhas brasileiras.

Fonte: bikemagazine.com.br

França quer pagar para quem for ao trabalho pedalando

uma das ciclovias que compõem os atuais 371 quilômetros de vias cicláveis existentes em Paris. Crédito: Wikimedia Commons
Uma das ciclovias que compõem os atuais 371 quilômetros de
vias cicláveis existentes em Paris
Com diversos sistemas de bicicletas públicas que serviram de exemplo ao mundo 
todo, como em Paris e Lyon, a França está a ponto de obter mais um avanço no
 setor da ciclomobilidade:
o Ministério do Transporte francês anunciou a intenção de subsidiar
trabalhadores que
forem de bicicleta ao trabalho.
A proposta, encabeçada pelo ministro Thierry Mariani, a exemplo de outros países que já adotam a prática, como
 a Bélgica, visa pagar a cada ciclista 21 centavos de euro por quilômetro percorrido no trajeto de casa ao trabalho.
 O valor será repassado pelas empresas em troca de isenções fiscais. A estimativa do governo francês é de que 
a medida represente uma economia de 5,6 bilhões de euros na área de saúde, em contrapartida a despesas de 
20 milhões de euros com o projeto.

O Vélib, de Paris, é um dos sistemas de bicicletas públicas pioneiros no mundo. Crédito: Wikimedia Commons


O incentivo apresentado integra um programa amplo de melhoria das condições de transporte dos usuários de
 bicicleta nas cidades francesas, incluindo também 
iniciativas como a construção de bicicletários e
 paraciclos em pontos estratégicos como estações 
de trem, bonde, e terminais de ônibus, além de medidas
 de segurança para coibir furtos e roubos. 
O anúncio, porém, sofreu questionamentos de 
ativistas do segmento, que pleiteiam a obrigatoriedade
 do subsídio para todas as empresas francesas, já 
que, por enquanto, a adesão 
ao programa não é obrigatória.

Ações constantes

O ministro Mariani também apontou que outras medidas estão em estudo, como a modificação
das regras de circulação para permitir que os ciclistas avancem o semáforo vermelho quando
virarem à direita, além da construção de mais ciclovias. Estimativas apontam que, se cada
europeu pedalar 2,6 quilômetros por dia em vez de usar um carro, haveria uma redução
aproximada de 15% das emissões de gás carbônico provocadas pelo uso de veículos motorizados.
Cidades como Paris contam, atualmente, com uma ampla gama de serviços públicos destinados
 a favorecer o transporte por bicicleta. O próprio site da Prefeitura parisiense conta
com um portal interno para esclarecer dúvidas tanto dos munícipes quanto dos turistas, com
 mapas, roteiros, simuladores de trajeto e dicas diversas sobre turismo e a conduta do
ciclista na via.
Fonte:vadebike.org

A condenação do motorista que atropelou Márcia Prado

Márcia Regina de Andrade Prado era uma ciclista experiente, que sabia como pedalar em segurança nas ruas. No dia 14 de janeiro de 2009, circulava na Av. Paulista, na mão correta, ocupando o espaço que lhe é de direito, quando um motorista de ônibus tirou sua vida covardemente.
Mesmo estando na faixa da direita, em uma avenida com três pistas disponíveis para ultrapassagem, o motorista escolheu passar demasiadamente perto. Muito provavelmente, ao fazer o que chamamos de “fina educativa” (passar perigosamente perto para ensinar o ciclista a não pedalar na rua), o ônibus tocou o guidão da bicicleta de Márcia, que caiu entre as rodas do veículo pesado sem a menor chance de escapar.

Condenação

O motorista Márcio José de Oliveira (que, por ironia do destino, tem nome semelhante à de sua vítima) teve vários advogados atuando em sua defesa, mas ainda assim foi condenado pelo crime de trânsito que cometeu – art. 302 do Código de Trânsito Brasileiro, “praticar homicídio culposo na direção de veículo automotor”.
“A própria descrição do réu e a dinâmica dos fatos revelam sua culpa”, diz o texto da sentença, emitida em julho de 2013, quatro anos e meio depois do ocorrido. ”Seja por manobra abrupta, seja por ter resvalado no guidão da ciclista, o réu foi determinante com sua conduta para o desfecho fatal e sua imprudência ficou patente.”
O motorista do ônibus foi condenado a 3 anos, 6 meses e 20 dias de detenção, “ficando suspensa sua habilitação para dirigir veículo automotor no mesmo intervalo.” Entretanto, por estarem presentes as condições previstas no art. 44 do Código Penal, sua pena privativa de liberdade foi substituída por “prestação de serviços à comunidade, por igual período, mais 10 dias multa.”
Entretanto, o juiz considerou que esses serviços comunitários não poderiam ser em projetos ligados a cicloativismo, como pediu o promotor. “A dor pelo óbito causado, bem como a pena ora aplicada, inclusive com suspensão de habilitação a impedir que o réu, já com 57 anos, continue exercendo sua profissão, são mais que suficientes para lhe despertarem a consciência da necessidade de respeito ao ciclista no trânsito.” E completa: “a frequência em cursos de convivência com o ciclista apenas infligiria sofrimento e constrangimento inúteis ao réu.”
A sentença está em um link nesta página (clique em “listar todas as movimentações”, depois em “sentença de condenação”).

Mude de faixa

A bicicleta é reconhecida como veículo pelo Código Brasileiro de Trânsito, com direito de trafegar e prioridade sobre os automóveis (art. 58). Os demais veículos são obrigados a ultrapassar a uma distância de um metro e meio, que equivale a trocar de faixa, como medida de segurança (art. 201). Isso visa garantir que o ciclista não será atropelado, mesmo que caia sozinho.
Ao ver alguém em uma bicicleta, lembre-se que ali está uma pessoa como você, com família e amigos. Pode ser o amor da vida de alguém, um filho querido, um pai ou mãe de uma criança esperando em casa. Mude de faixa, para passar a uma distância segura. Se isso não for possível, aguarde o momento em que isso possa ser feito com segurança. Obrigado por ser um bom motorista.
Ciclistas são pessoas, não obstáculos.
Fonte:vadebike.org

Qual é a nova cara da 3a idade?

No Brasil considera-se 3a idade as pessoas acima de 60 anos. Mas diga aí: você realmente acha que uma pessoa de 60 anos (ou até mesmo de 70, 80 anos!) deve ser representada por aquela plaquinha de uma pessoa encurvada com uma bengala e as mãos nas costas? Foi com essa pergunta em mente que surgiu o movimento Nova Cara da 3a idade.
E no meio de tantos assuntos para eles trabalharem, surgiu a bicicleta! Sim, a bicicleta é um ótimo instrumento para rejuvenescer e mostrar que não tem idade para começar a pedalar. Por isso, o Bike Anjo, junto com esse movimento incrível realizou a EBA especial da Nova Cara da 3a Idade!!
Confira o vídeo desse momento emocionante e inspirador:

             
Fonte: bikeanjo.com.br

Belkin apresenta equipe e pedala com os fãs na Holanda

Fonte: bikemagazine.com.br

Confira vídeo do evento realizado nesta segunda-feira (20 de janeiro)
Publicado em 20 de janeiro de 2014 às 15:51

Apresentação da temporada 2014 da Belkin
Do Bikemagazine
Foto de divulgação
A Belkin Pro Cycling apresentou nesta segunda-feira (20 de janeiro) a equipe para a temporada 2014. Segundo o manager Richard Plugge, o objetivo do time holandês, além do Tour de France, é conquistar as clássicas.
Com os novos uniformes verde e preto e, a partir de agora, com bikes Bianchi, a equipe respondeu a perguntas de espectadores on-line, com Robert Gesink e os outros ciclistas que estão na Austrália para o Tour Down Under conectados com a apresentação via internet, realizada no Institute for Sound and Vision, em Hilversum, na Holanda.
A Belkin venceu 39 corridas em 2013 e, no Tour de France, Bauke Mollema e Laurens Ten Dam brilharam. Mollema terminou em 6º na geral e, depois, foi vice no Tour da Suíça.
Após a apresentação, os ciclistas ainda deram outras entrevistas e depois saíram para uma pedalada com os fãs, em evento organizado via Twitter.
Apresentação da equipe:



Lucas de Borba é o Rei da Montanha Four-X 2014


Catarinense superou estrangeiros e levou a coroa no masculino nesta manhã, na pista do 
Ski Mountain Park. No feminino, vitória da paulista Julia Santos
Pódio masculino Crédito: Sergio Shibuya O título de Rei da Montanha Four-X de 2014 foi para Santa Catarina. Lucas Eduardo Alves de Borba, da cidade de Ibirama, não se importou com os destaques nacionais e estrangeiros e venceu a disputa, realizada na pista do Ski Mountain Park, em São Roque (SP). O piloto completou os 370 metros do percurso de downhill com o tempo de 33seg652, com diferença de 1seg152 para o segundo colocado, o equatoriano Alejandro Ortiz. A terceiro posição foi de Doron Cattoni, de Timbó (SC) e último vencedor da prova, em 2007, com o tempo de 35seg110, enquanto o quarto lugar ficou com Silvio César Felix Junior, de Palhoça (SC), com 36seg115. No feminino, que reuniu apenas brasileiras, a conquista foi da jovem Julia Alves dos Santos, de 17 anos e natural de Americana (SP). Ela, que é a atual campeã brasileira de downhill, marcou o tempo de 37seg832 na bateria final. O vice-campeonato ficou com Luana Oliveira, de Itu (SP), com o tempo de 39seg948, vindo em seguida Patrícia Loureiro, de São Paulo, 40seg119, e Bruna Ulrich, de Ibirama (SC), 41seg349. A chave final do Rei da Montanha Four-X 2014 movimentou o domingo ensolarado no belo Ski Mountain Park. De volta ao calendário, o evento reuniu os melhores pilotos do país, no masculino e feminino, além destaques de outros três países - Portugal, Chile e Equador, totalizando 140 pilotos. Na sexta e no sábado, eles participaram de três eliminatórias para a definição dos 32 finalistas, incluindo 16 pré-selecionados. Segundo tempo do dia na descida de sexta e líder no sábado, Lucas de Borba acabou confirmando no domingo o bom momento no torneio. Ele foi superando seus adversários até chegar à bateria final, ao lado do equatoriano Ortiz e dos também catarinenses Doron Cattoni e Silvio César. Com um boa largada, fundamental neste tipo de prova, ele abriu a vantagem necessária para garantir a vitória e o título de 2014. "Estou muito feliz e não poderia ser diferente. Enfrentar tantas feras e ainda vencer é tudo de bom", declarou o campeão, de 18 anos. "Escolhi bem a bike, mas o importante foi ter feito uma boa preparação para este evento. Largar bem em uma pista tão técnica, com poucos pontos de ultrapassagem, foi fundamental. Estão todos de parabéns", completou. Para o vice-campeão, Alejandro Ortiz, o brasileiro é uma revelação. "Trata-se de um bom piloto, uma revelação. Tenho certeza que ele vai brilhar muito", afirmou. "Gostei muito de ter vindo aqui e espero voltar. Os organizadores estão de parabéns", finalizou o piloto, de 25 anos, um dos destaques no esporte no circuito internacional. Julia Santos leva a melhor no feminino Com a presença de 15 ciclistas, a chave feminina também foi uma atração. Afinal, participaram os principais nomes da modalidade no país, que se empenharam muito para conseguir o topo do pódio. Esse mérito, entretanto, coube ã Julia Alves dos Santos, vencedora do Campeonato Brasileiro no ano passado, que deixou para trás feras como Luana Oliveira e Bruna Ulrich, destaques nacionais. "Vencer uma bateria tão forte, com tanta gente boa, é motivo para estar muito feliz. Estou surpresa com isso, mas também animado pelo resultado expressivo. Minha base no BMX foi importante para superar esse desafio", disse a campeã, que pratica descida de montanha há dois anos. "Agora é seguir trabalhando para conquistar outros feitos importantes", concluiu.

Resultados - Baterias Finais Masculino
1) Lucas Eduardo Alves de Borba (Ibirama/SC/Brasil), 33seg652
2) Alejandro Ortiz (Ambato/Equador), 34seg804
3) Doron Cattoni (Timbó/SC/Brasil), 35seg110
4) Silvio César Felix Junior (Palhoça/SC/Brasil), 36seg115

Feminino
1) Julia Santos (Americana/SP/Brasil), 37seg832
2) Luana Oliveira (Itu/SP/Brasil), 39seg948
3) Patrícia Loureiro (São Paulo/SP/Brasil), 40seg119
4) Bruna Ulrich (Ibirama/SC/Brasil), 41sg349

O Rei da Montanha Four - X é uma realização e organização da Globo e Yescom, com patrocínio de Rexona, Caixa, Sedex e Camisinhas Olla e promoção e transmissão do TV Globo, Canal SporTV, Esporte Espetacular, GloboEsporte.com e EuAtleta.com. O apoio é da Água Schin, Montevérgine, Café 3 Corações, Bicicletas Bianchi e Penks Roupas e Acessórios, com apoio especial da Prefeitura de São Roque e Ski Mountain Park. A supervisão técnica é da CBC e FPC.
Fonte: MBraga

Marcel Kittel vence o 1º sprint da temporada na Austrália

Prova de criterium em Adelaide abriu a programação do Tour Down Under
Publicado em 19 de janeiro de 2014 às 16:57

Greipel e Kittel no sprint da People’s Choice Classic 2014
Do Bikemagazine
Foto de divulgação
Os alemães Marcel Kittel (Giant- Shimano) e Andre Greipel (Lotti-Belisol), dois dos mais festejados sprintistas do pelotão Pro Tour, tiveram seu primeiro duelo da temporada 2014 neste domingo (19 de janeiro) em Adelaide, na Austrália, na prova de criterium de 50km People’s Choice Classic. Kittel levou a melhor e garantiu para a nova equipe o primeiro pódio de 2014.
“Eu sou um velocista e estou sempre motivado. Não importa se é janeiro ou outubro, hoje eu tive boas pernas e a equipe foi incrível, então foi ótimo conseguir a vitória. A primeira corrida da temporada é sempre complicada, é sempre um pouco de espera para estar na posição perfeita. E eu estava na posição perfeita para meu sprint”, declarou o vencedor.
Kittel marcou o tempo de 1h04min34s na prova realizada como abertura do Tour Down Under, que começa nesta terça-feira (21 de janeiro). A competição é disputada em um circuito de rua de 2 quilômetros, no qual os ciclistas dão 25 voltas. Uma queda atrapalhou os planos e derrubou vários competidores na 6ª volta. Um dos atingidos foi Giovanni Visconti (Movistar), que foi retirado de ambulância.
OS CINCO PRIMEIROS
1 – Marcel Kittel (Ale) Giant-Shimano 01:04:34
2 – Andre Greipel (Ale) Lotto-Belisol m.t.
3 – Caleb Ewan (Aus) UniSA m.t.
4 – Christopher Sutton (Aus) Team Sky m.t.
5 – Jose Joaquin Rojas (Esp) FDJ m.t.
Melhores momentos:

Fonte: bikemagazine.com.br

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014